Quem não conhece ou até já teve um quadro do menino que chora na sala lá de casa?
Todos conhecemos bem a imagem, não conhecemos é a obscura história que se esconde por trás das lágrimas do menino. Mas vamos ficar a saber...
Reza a história que este quadro foi pintado por Franchot Seville, um velho pintor Espanhol. Quando este caso começou a ser investigado por especialistas do sobrenatural, Seville contou que o modelo do quadro era um menino que encontrara a vaguear nas ruas de Madrid em 1969.
"O rapaz nunca disse uma palavra. Tinha um olhar triste e amargurado". Seville pintou o menino, sendo informado mais tarde por um padre católico que se tratava de Dan Bonillo, um rapaz que fugira após assistir à morte dos seus pais num incêndio. O padre alertou Seville que se livrasse do rapaz, pois onde este assentasse, misteriosos incêndios apareciam do nada. Os aldeões chamavam-lhe "El Diablo".
Seville ignorou os avisos do padre e adoptou a criança. As pinturas do pequeno orfão fizeram de Seville um homem bastante rico. Um dia, misteriosamente, o seu estúdio ardeu totalmente e Seville acusou o menino do acontecido. O rapaz fugiu a chorar e nunca mais foi visto.
Nos anos seguintes, misteriosos incêndios consumiram casas por toda a Europa, seguidos da descoberta de um facto interessante - Em todas as casas havia um quadro do menino que chora. Por mais destruída que estivesse a casa, o quadro estava sempre intacto! Chegou inclusivé a ser primeira página de jornais como o "The Sun", tablóide responsável por uma campanha de destruição dos quadros, tendo sido destruídas cerca de 2500 pinturas. Seville foi considerado culpado e nunca mais vendeu um único quadro, ficando na miséria.
Oito anos mais tarde, um carro embateu num muro, ardendo completamente e deixando irreconhecível o seu condutor. Apenas a carta de condução ardeu parcialmente, lendo-se o nome "Dan Bonillo". Ninguém sabe se se trata do mesmo Dan Bonillo do quadro. Provavelmente nunca saberemos pois nunca ninguém reclamou ou se apresentou para reconhecer o corpo.
Diz-se que a única forma de anular a maldição do quadro é juntar o quadro do menino e o da menina e pendura-los juntos.
Scary, não é?
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Que rico cérebro... Intacto!
Deixa lá filha, és gira e tens boobs, o teu futuro está garantido por natureza...
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Bamboleo boy! Fantástico!!!
Eh pah, eu hoje nem ia postar nada, mas vi este video e simplesmente não resisti. É sem dúvida um dos videos mais engraçados dos últimos tempos. Muito, muito bom!!!
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Foi um prazer trabalhar... Com vocês???
Eu já sabia que os bons actores são caros.
Eu já sabia que argumentistas criativos são caros.
Eu já sabia que cantores talentosos (adivinhem lá)... É isso. São caros!
Eu até já sabia que apresentadores cultos são caros!!!
Mas car@lho, últimamente andam mesmo a gozar com o povo. Depois da Ritinha que não faz os trabalhos de casa, Pedro Guedes no programa "Á procura do sonho" toma a liberdade de redefinir o Código Linguístico Português sem reunir o conselho e manda este perdigoto aos candidatos " Foi um prazer trabalhar com vocês" (minuto 7:10). Olaré! Toma lá e embrulha. Que aconteceu ao bom e velho "convosco"?
Num país em que não é preciso perceber dos assuntos que se discute nem saber falar para ser apresentador, desafio o primeiro infeliz que queira criticar a minha escrita!!!
E digo mais. Talvez me candidate a comentador de futebol, não percebo pêvas de bola, mas não me parece que vá ser impedimento...
Caso encerrado... Ou não! (A saga continua)
Eu, inexperiente nestas andanças, fã do "Boston Legal" e nunca tendo pisado uma sala de tribunal, achava que era tudo como no cinema. Era lida a sentença e o réu baixava a cabeça derramando uma pequena lágrima como quem já adivinha o quanto vai doer o rabiosque. A audiência está ao rubro, uns batendo palmas, outros reclamando a decisão. A família investe numa choradeira desgarrada, o advogado gestícula e tenta uma última vez apelar ao bom-senso do juíz para que reconsidere a injustiça que acaba de ser cometida contra o seu cliente. O Juíz, por sua vez, bate incessantemente com o matelinho da justiça na mesa no sentido de manter a ordem na sala enquanto dois guardas de farda cinzenta irrompem pela sala, levando o réu pelo braço e já com destino marcado - uma cela 3x3m com vista para o pátio e renda paga pelo contribuinte.
Não podia estar mais enganado! Sentença lida é chegada a hora dos recursos. Ora, sabendo que a sentença é documento para 1600 páginas, que o recurso apresentado ao tribunal da relação deverá demorar cerca de um ano, e que ainda tem a possibilidade de apresentar recurso no Tribunal constitucional e no Tribunal Supremo, vou arriscar dizer que ainda vamos ter que esperar uns bons anos para ver Carlos Cruz apresentar o "Quem quer ser Presidiário - Alta Prisão".
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